OS NOVOS INTERATORES
Os novos interatores são criados no evento artístico holandês, apresentados como agentes de uma experiência mediada por tecnologias, na qual a interatividade redefine as relações entre corpo, obra e percepção.
Os novos interatores são criados no evento artístico holandês, apresentados como agentes de uma experiência mediada por tecnologias, na qual a interatividade redefine as relações entre corpo, obra e percepção.
Geração Transterritorial reuniu jovens artistas brasileiros e alemães em um projeto de intercâmbio dedicado às relações entre arte, tecnologia, novas mídias e comunicação. A exposição teve etapas no Paço das Artes, em São Paulo, e na KHM, em Colônia, articulando experiências entre o Brasil e a Alemanha.
O texto analisa as transformações do corpo no cinema, desde sua representação biológica até sua reconstrução por tecnologias digitais, evidenciando como a articulação entre imagem, movimento e computação redefine a percepção, a representação e os limites entre o real e o artificial.
A morte é apresentada como um campo de tensão entre presença e ausência, no qual o corpo e a representação constroem sentidos sobre a finitude.
Nos quadros de Alex Flemming os corpos expandem e servem de suporte em que marcas, textos e sobreposições revelam processos de construção e apagamento da identidade.
Matthew Barney cria um mundo fabuloso através de uma narrativa não linear, em que corpo e matéria operam como elementos centrais na formação de um universo simbólico próprio.
Desdobramentos contemporâneos da criação artificial de vida são investigados neste trabalho sobre a relação entre corpo, ciência e tecnologia, em que a criação artificial tensiona os limites entre o humano, o científico e o possível.
Frankensteins Nachkommen werden als zeitgenössische Ausprägungen der Beziehung zwischen Körper und Technologie dargestellt, in denen künstliche Schöpfung die Grenzen zwischen dem Menschlichen, dem Wissenschaftlichen und dem Imaginären verschiebt.
O texto aborda a exposição de corpos plastinados como um campo de tensão entre ciência, estética e espetáculo, em que a morte e o corpo são reconfigurados como objeto de visibilidade e conhecimento.